Você sabe quanto custa não treinar os colaboradores da sua empresa?
Infelizmente, mesmo em 2018, muitas empresas ainda pensam que treinar os colaboradores é uma despesa e não um investimento. Essas certamente não enxergam que, inevitavelmente, colaboradores não treinados terão conhecimento insuficiente para usar os recursos da empresa adequadamente. Isso no setor de serviços, por exemplo, poderá levar ao desperdício de recursos. A falta de conhecimento sobre os procedimentos afetará a interação e a retenção de clientes. E em um cenário assim todos sofrem: colaboradores, clientes e a própria companhia.
E se mesmo depois de ler isso você ainda não estiver convencido de que o treinamento é o caminho certo a percorrer, aqui vão 4 motivos pelos quais colaboradores não treinados podem levar ao enfraquecimento no resultado e à falta de sustentabilidade de um negócio.
1. Vale muito a pena investir na felicidade dos colaboradores
Empresas de sucesso investem em benefícios e capacitação para seus funcionários não apenas porque são empresas boazinhas. Companhias que investem nisso perceberam que existe uma correlação clara entre funcionários felizes e a rentabilidade do negócio.
As novas gerações que chegam ao mercado de trabalho acreditam no valor do treinamento e na oportunidade de avançar na carreira. Isso porque eles estão cientes de que no mundo competitivo em que vivem um trabalho que oferece oportunidades de treinamento satisfaz sua necessidade de ser um profissional “multi skills“.
Uma pesquisa realizada pela PwC fez a seguinte a Millennials: “Quais das seguintes características tornam uma organização atraente para se trabalhar?”. 52% deles responderam “Oportunidades de crescimento na carreira” e 35% responderam “Treinamento de excelência e Programas de desenvolvimento”.
2. Treinar e reter atuais colaboradores é mais barato que contratar novos colaboradores
A falta de treinamento leva colaboradores a se sentirem desvalorizados em seu trabalho e pode dar a ideia de que trabalham numa função não tão importante para a empresa. Em situações assim, os os colaboradores acabam deixando a empresa ou são demitidos por baixo desempenho. Embora pareça simples substituir um funcionário por outro, lembre-se do seguinte: contratar alguém pode custar até 30% a mais.
Os custos de recrutamento e treinamento de novos colaboradores são muito maiores do que o que seria necessário para treinar um colaborador atual. Isso fica claro quando você compara o tempo e o dinheiro necessários para contratar novos colaboradores com o investimento de tempo e dinheiro para treinar funcionários acostumados à empresa. Os custos de re-contratação representam cerca de 12% das despesas de uma empresa. Esse percentual pode chegar a até 40% para empresas que têm uma alta taxa de turnover.
3. Colaboradores treinados trabalham de maneira mais eficiente
Dizem que uma empresa é tão boa quanto seus colabores, e os colaboradores são, na realidade, tão bons quanto os recursos que lhes são disponibilizados. Quando os funcionários têm um desempenho ruim isso reflete negativamente nos negócios e afeta os resultados da companhia. Somado isso, se você tem uma alta taxa de rotatividade com dezenas ou centenas de funcionários cometendo os mesmos erros, é hora de olhar para o treinamento fornecido, não para os próprios colaboradores.
O treinamento adequado tornará os trabalhadores melhores e mais capazes de realizar suas tarefas, o que reduzirá o tempo necessário para buscar informações enquanto estão trabalhando. Isso também ajuda a acabar com a redundância de esforços em que vários funcionários estão tentando realizar a mesma tarefa, sem realizar o trabalho real, porque nunca foram treinados. O tempo e o dinheiro necessários para corrigir os erros também diminuem muito quando os funcionários têm as ferramentas para executar a tarefa corretamente na primeira vez.
Pode parecer difícil produzir um treinamento de uma semana para os funcionários, mas sempre existe uma alternativa viável. Com o nosso mundo impulsionado pela tecnologia e a cultura do on-demand, a melhor e mais econômica maneira de oferecer capacitação é com cursos on-line, que podem ser realizados no ritmo e horário de cada colaborador.
4. Treinamento Eficaz = Aumento de Produtividade
O treinamento não é mais sobre o envio de todos os gerentes para uma conferência de fim de semana ou o envio de alguém para uma palestra de 8 horas em um hotel. O treinamento eficaz precisa ser adaptado às necessidades de funcionários e negócios e ser um empreendimento contínuo.
Concorrência de todo o mundo e tecnologia em constante mudança significa que as habilidades precisam ser atualizadas regularmente para manter sua força de trabalho pronta e capaz de apoiar sua empresa. Seu Departamento de Recursos Humanos deve priorizar a integração de processos para incentivar e promover a educação e o desenvolvimento de habilidades dos funcionários, ao mesmo tempo mantendo a quantidade de tempo gasto longe do trabalho ao mínimo.
E é aqui que os cursos e-learning são a salvação. Um único treinamento de 8 horas pode ser condensado em um curso on-line de 3 horas. Com isso, os colaboradores poderão acessar em seu próprio tempo e condições. De modo geral, os cursos on-line permitem uma grande taxa de retenção, pois os alunos têm a liberdade de rever os módulos que não entenderam a qualquer momento. Isso contribui para o aumento da produtividade porque o treinamento eficaz faz com que os funcionários se sintam valorizados e empoderados, o que promove lealdade e envolvimento com seu empregador, que lhe forneceu capacitação.
O barato que sai caro
Antes de desistir de treinar seu colaboradores considere sempre o quão mais caro é não treiná-los. Leve em consideração a perda de produtividade, o custo da rotatividade de funcionários e a perda de clientes devido a erros cometidos por colaboradores que não tiveram um treinamento adequado. A capacitação e a felicidade de seus funcionários são tão importantes quanto os próprios colaboradores.
Desenvolver um bom treinamento corporativo é algo exige bastante cuidado, entretanto, com as técnicas adequadas, treinar o seu time de maneira eficaz está ao seu alcance.
Se você curtiu esse post, que tal dar uma olhada em outros posts do nosso blog?! Somos especialistas em treinamento corporativo e gostamos de compartilhar aquilo que sabemos para ajudar pessoas como você a desenvolver treinamentos que colaborarem para melhorar os resultados da sua empresa. Fale com a gente!
Video learning: 5 dicas úteis para quem quer aproveitar oportunidades
Numa de suas matérias, no início de 2013, o Wall Street Journal publicou que uma grande loja de departamentos americana descobriu que quase cinco mil funcionários de sua final do Texas, assistiram em apenas um mês cinco milhões de vídeos online enquanto trabalhavam. Segundo a matéria, esse consumo ocupou mais de 30% da largura de banda da matriz. A empresa considerou um problema, já que o conteúdo não tinha relação direta com as funções de trabalho, ou foram consumidos para fins de aprendizado.
Em vez de enxergar o ocorrido como uma oportunidade para engajar os colaboradores, já que a quantidade de tempo gasto assistindo a vídeos era um bom indicador de que os funcionários tinham uma forte preferência por conteúdo visual, a empresa decidiu demitir 1500 deles.
Passar o dia assistindo vídeos engraçados no YouTube pode não colaborar para a produtividade. Contudo, se desejam engajar seus colaboradores, as organizações que observam tendência de assistir a vídeos – mesmo que fora dos objetivos diretos da empresa – podem aproveitar a preferência dos colaboradores por vídeos e transformá-la em oportunidade de aprendizado.
Diante do desafio de garantir que os funcionários sejam produtivos e engajados sem desperdiçar o tempo valioso da empresa, aqui vão 5 dicas para quem quer enxergar oportunidades num cenário assim e deseja investir no video learning como ferramenta de capacitação dos colaboradores. Confira!
1. Colaboração é a palavra da vez
Forneça conteúdo que você gostaria que seus funcionários compartilhassem por meio de aprendizado colaborativo. Com isso a sua empresa pode tirar proveito do compartilhamento do conteúdo nas redes sociais. Permitir que os colaboradores contem suas experiências para suas redes pode ajudar a construir a reputação da sua marca, além de proporcionar aos colaboradores uma oportunidade de desenvolver sua liderança.
2. Seja relevante
Vá ao encontro de seus colaboradores e ofereça oportunidades de aprendizado com vídeos contextuais, “just in time” no ambiente de trabalho. Para isso você pode disponibilizar conteúdo nos ambientes comuns ou individualmente diretamente em suas estações de trabalho. O conteúdo de aprendizado em vídeo deve ser relevante e corresponder a uma função, tarefa ou procedimento. Mas lembre-se: a aprendizagem beneficiar os colaboradores e não ocupar muito tempo.
3. Fale do mundo real
Escolha conteúdos com exemplos do mundo real. Conecte o aprendizado ao resultado esperado. Ajude seus colaboradores a perceber os benefícios individuais do aprendizado. Isso irá motivá-los a continuar engajado na aprendizagem.
4. Humor é fundamental
Faça o possível para que o conteúdo seja bem-humorado, visualmente atraente e emocionalmente envolvente. Isso irá ajudar os colaboradores a se conectarem com o seu conteúdo. Lembre-se também de oferecer oportunidades para colaboração e troca de ideias entre os colaboradores.
5. Pense na experiência do usuário
Facilite a experiência dos seus colaboradores e incentive a interação e o andamento do conteúdo nas plataformas de trabalho. Para isso você pode fornecer, por exemplo, opções como “Marcar como favorito” ou “Curtir”, ou permitir que o aluno gerencie a própria aprendizagem, retomando o conteúdo quando for conveniente para ele. Lembre-se que as pessoas foram condicionadas por plataformas de vídeo como Netflix ou Youtube, que oferecem uma ótima experiência ao usuário. Adapte seu conteúdo ao ambiente, investindo em texto e imagem se o ambiente for coletivo e barulhento e, se possível, forneça fones de ouvido aos colaboradores para uma experiência mais imersiva.
O que dizem as pesquisas?
A pesquisadora Liraz Margalit registrou em um blog da revista Psychology Today que conteúdos em vídeo podem ser uma ferramenta poderosa na educação corporativa e na comunicação com os colaboradores. Segundo a pesquisa feita por ela, o vídeo é uma mídia mais “compartilhável” que as outras. Margalit comenta que quem consome conteúdo em vídeo tem uma probabilidade 39% maior de compartilhar com os amigos, 36% mais propenso a interagir por meio de comentários e 56% mais inclinados a interagir dando o famoso like no conteúdo.
Outra coisa observada por Margalit é que a maioria das pessoas tem uma tendência a aprender muito mais rápido enquanto assiste a vídeos. Para ratificar a observação ela cita pesquisas que mostram que nossos cérebros processam informações em vídeo até 60.000 vezes mais rápido que por meio da leitura, por exemplo. Além disso, ela acrescenta que a preferência pelo vídeo se dá por causa da tendência humana de escolher informações que sejam mais fáceis de consumir.
Se você entende que o vídeo pode ser uma ferramenta importantíssima no treinamento dos seus colaboradores, nós podemos ajudar. A Miolo tem experiência em produzir conteúdos em vídeo que eduquem, informem e engajem colaboradores. Você pode mandar um e-mail para [email protected]. Será um prazer apresentar os nossos cases para você!
Como ajudar seu time de vendas a competir com o on-line?
Falando de vendas, se existe uma coisa certa é que o e-commerce mudou totalmente a experiência do varejo. Hoje já não é mais suficiente apenas ter um time de vendas na loja aguardando para desejar bom dia aos clientes e ajudá-los a testar equipamentos ou experimentar roupas. Os clientes da geração Y e da Geração Z, cada vez mais presentes no mercado, são compradores multicanais. Clientes multicanais são aqueles que pesquisam off-line e compram on-line ou dão uma olhada no produto on-line antes de se dirigir a uma loja física para fazer a compra.
Quando um cliente multicanal vai a uma loja ele deseja encontrar o que não consegue ter acesso on-line: atendimento humano. Ele espera uma interação pessoal que complemente a experiência on-line que teve com a marca. Ele espera que alguém possa antecipar suas anseios e oferecer um contato humano correto.
Diante de um cenário assim, como é possível treinar seu time para oferecer ao seu cliente algo tão subjetivo quanto uma boa experiência de contato humano? Existem caminhos percorridos por marcas e empresas que já pensaram a respeito do tema e encontraram soluções que vão muito além do que apenas conhecer o básico dos produtos nas prateleiras.
Com base nessas soluções, e pensando em ajudar o seu time, aqui estão 4 ações que você deve levar em conta se você quer desenvolver treinamentos que rendam experiências de qualidade para o seu cliente. Confere aí!
1. Concentre-se também na experiência do colaborador
É claro que que a experiência do cliente é um foco importante para qualquer marca de varejo. Entretanto pouco se pensa no fato de que a experiência do colaborador deve estar de acordo com a experiência do cliente. Se você precisa que seus colaboradores ofereçam mais ao cliente, ofereça mais a eles.
Em primeiro lugar, você deve ter em mente que está treinando pessoas para vender uma imagem, uma marca. Por isso elas precisam entender a imagem antes de poder vendê-la. Seus colaboradores precisam acreditar na sua marca e nos valores que ela carrega e comunica. Para isso, os valores corporativos ou mesmo a missão e a visão da empresa precisam ser muito mais do que apenas palavras em um mural ou conceitos escritos no caderno de treinamento, que precisam ser decorados. Isso se você quiser que o seu time compre o conceito da sua marca.
2. Crie conexões significativas com seus colaboradores
O ponto 1 ressaltou a importância de criar uma conexão entre sua marca e seus colaboradores. Isso porque quanto melhor alguém entende o motivo de estar fazendo algo, mais impactante e significativo o trabalho se torna.
O objetivo de alinhar as metas e os valores organizacionais é que esse alinhamento ajuda a fazer com que a cultura da empresa se desenvolva organicamente, principalmente nos primeiros anos do negócio. Isso colabora para que a cultura organizacional se torne sustentável e escalável para todas as áreas da empresa.
3. Conhecimento é apenas meio caminho andado
Os melhores funcionários de varejo geralmente são os que mais sabem o que estão vendendo. Essa é um dos motivos pelos quais você deve equipar seu time de vendas com conhecimento e habilidades interpessoais, já que com isso eles ganharão a confiança dos clientes.
Contudo, não só de especificações do produto vive um vendedor do varejo. Lembre-se de que os clientes de hoje tendem a estabelecer relações com as marcas. Em tempos de Youtube, Instagram, Facebook e WhatsApp, os clientes aprendem sobre novos produtos assim que eles são lançados. Esses diferentes canais de mídia social também permitem que seus clientes conheçam mais sobre a marca antes mesmo de entrar na loja.
Sabendo disso, é importante garantir que seus colaboradores têm conhecimento sobre o que a sua marca compartilha nas mídias sociais. O time de vendas precisa estar por dentro das campanhas e promessas da marca, para que os colaboradores saibam se preparar e antecipar as possíveis dúvidas dos clientes que chegam a loja.
Ou seja: na era da mídia social, uma visão integrada entre marketing e vendas pode ajudar você a desenvolver estratégias de vendas que correspondam às expectativas e complementem a experiência on-line que o cliente teve.
4. A importância de ouvir
É uma realidade que o cliente de hoje não está mais disposto a abrir a carteira para o vendedor que tiver o melhor roteiro de vendas possível. Eles geralmente querem que os vendedores os encontrem onde estão, que entendam se estão pesquisando produtos ou comprando um item que já pesquisaram. Apesar disso, a escuta ativa, uma habilidade tão importante, tem sido geralmente subestimada.
Discernir que tipo de experiência o cliente realmente deseja é uma capacidade essencial para o vendedor de hoje. Felizmente, habilidades como essa podem ser ensinadas e praticadas. Seu desafio é mostrar ao seu time de vendas como ouvir sem preconceitos. O vendedor precisa entender que talvez o cliente esteja procurando a afirmação da pesquisa que fez antes de procurar a loja. Ou talvez ele esteja tendo um dia ruim e só queira desabafar. Saber ler o humor do cliente revela o vendedor que tem a capacidade de criar uma experiência encantadora para o cliente.
A Miolo Birô é uma empresa especializada em Educação Corporativa, formada por profissionais competentes e parceiros experientes na elaboração de ações presenciais e a distância para o desenvolvimento do seu time de vendas. Conte com a gente se você precisar.
6 dicas infalíveis para alavancar o engajamento nos treinamentos
Para muitos colaboradores a palavra treinamento pode ser um pouco assustadora. Seja na modalidade presencial ou mesmo on-line – que eles podem concluir em seu próprio tempo -, treinamentos de baixa qualidade podem acabar sendo demorados, entediantes e sem valor.
Mas ao contrário disso, um bom treinamento pode ser uma ferramenta capaz de empolgar, aumentar o engajamento e ajudar a desenvolver das habilidades dos colaboradores.
Está mais do que comprovado que a chave para bons resultados é a interatividade no treinamento. Os colaboradores precisam sentir que controlam seu próprio tempo e que as tarefas que estão realizando terão um impacto direto e positivo no dia a dia, na carreira e no futuro deles.
Para ajudar você a caminhar nessa direção, resolvemos listar 6 dicas úteis que podem fazer o treinamento dos seus colaboradores não ser mais o mesmo. Confira!
1. Permita que seus colaboradores façam pausas
Um treinamento complexo e envolvente demanda um poder intelectual muito grande das pessoas. Esse é o motivo pelo qual você deve permitir intervalos durante o treinamento. Afinal, você não quer que seus funcionários fiquem entediados ou distraídos durante o treinamento, não é mesmo?
Conceda aos participantes pelo menos 10 minutos depois de terminarem cada curso para relaxar e pensar sobre o que aprenderam. Isso ajuda a combater distrações comuns, como usar as mídias sociais, quando estiverem desenvolvendo uma tarefa no treinamento.
2. Utilize plataformas de e-learning modernas e interativas
Ler uma apostila ou um manual do colaborador não é exatamente a coisa mais emocionante do mundo. Por isso você deve buscar utilizar cada vez mais as plataformas digitais de aprendizado em seu planejamento de treinamentos. A interatividade provou aumentar o engajamento dos funcionários e até melhorar a retenção de conteúdo.
3. Seja flexível e deixe que cada um conclua o treinamento em seu próprio tempo
Este é outro dos grandes benefícios das plataformas de e-learning: permitir que seus colaboradores realizem ou continuem seu treinamento em sua própria agenda. Com ferramentas on-line é possível que ao colaborador fazer o login no trabalho, em casa, ou mesmo em deslocamento, e continuar o curso exatamente de onde parou.
Quando passam por um programa de treinamento inflexível, há uma forte tendência de que se os colaboradores sintam como se estivessem sendo forçados a ignorar seu trabalho mais urgente para concluir um módulo ou participar de uma aula presencial. No entanto, ao permitir que seus funcionários concluam o treinamento quando não estão ocupados, você pode deixá-los se concentrar tanto no trabalho quanto no desenvolvimento de suas habilidades.
4. Defina um plano de treinamento contínuo
O treinamento contínuo oferece uma variedade de benefícios. Ao estabelecer um padrão de educação constante na sua empresa, os colaboradores se acostumarão à ideia de aprender enquanto estão no trabalho. Além disso, num cenário assim, é mais provável que eles permaneçam engajados com sua cultura corporativa. Como você está constantemente aprimorando as habilidades e o conhecimento de seus funcionários, eles terão um desempenho cada vez mais eficaz em suas funções.
Apenas certifique-se de escolher uma plataforma de aprendizado robusta e flexível. E, lembre-se: não sobrecarregue seus time com trabalho extra. Pense num cronograma de treinamento razoável que se adapte ao estilo de vida dos colaboradores, para que eles não se sintam estressados.
5. Seja breve e vá direto ao ponto
Os treinamentos corporativos mais eficazes têm uma característica importante: não ficam fazendo rodeios. Eles têm algo a ensinar e vão direto ao ponto, fazendo isso o mais breve e rapidamente possível.
Ninguém gosta quando seu tempo é desperdiçado e seu seus colaboradores perceberem incertezas, lacunas e falta de objetividade em um determinado treinamento, é menos provável que eles se envolvam ou prestem atenção.
Crie seus cursos para serem breves, impactantes e interativos, e você com certeza verá um crescimento significativo no envolvimento de seus colaboradores. Pode acreditar!
6. Seja claro com seus objetivos e expectativas de treinamento
Por fim, outra coisa importantíssima é que seus funcionários tenham uma ideia muito clara sobre o que você espera deles em cada treinamento. Para isso, defina claramente suas expectativas e deixe claro como o progresso de cada um será medido e avaliado.
Isso ajuda o colaborador a ter foco e dá ele uma meta para trabalhar em equipe. Esses fatores juntos são capazes de conduzir seu time a uma experiência de aprendizado muito melhor.
Agora é só colocar as dicas em prática!
Desenvolver um bom treinamento corporativo é algo exige bastante cuidado, entretanto, com as técnicas e plataformas de e-learning adequadas, alavancar o envolvimento e engajamento dos treinamentos da sua empresa está ao alcance.
Se você curtiu esse post, que tal dar uma olhada em outros posts do Blog da Miolo?! Somos especialistas em treinamento corporativo e gostamos de compartilhar o que sabemos para ajudar pessoas como você a desenvolver treinamentos mais eficazes e que deem mais resultados.
5 Dicas para Liderar Pessoas em Busca da Excelência
Se você pesquisar a missão e a visão de algumas empresas, certamente vai encontrar, em muitas delas, uma palavra sendo muito utilizada. Trata-se do termo “excelência”, um dos conceitos mais importantes do mundo corporativo. No entanto, para muitos, a “excelência” ainda é um termo abstrato, significando apenas um objetivo a ser alcançado.
Muito mais que um resultado, a excelência é um modo de desenvolver qualquer atividade. Em última análise, a excelência não é um lugar onde se chega, mas uma estrada por onde devemos caminhar para atingir os resultados que desejamos.
Se você reconhece a importância da busca pela excelência como meio de alcançar bons resultados, esse post traz uma lista de 5 dicas que todo líder deveria tratar como prioridade no relacionamento com sua equipe. Leia, reflita e faça uso delas no seu dia. Confira!
1. Demonstre ética e preze pela transparência
Procure ser o mais claro possível a respeito daquilo que você espera da equipe e mantenha uma gestão próxima das pessoas, dando o exemplo daquilo que você pede aos seus liderados. Quando estiver errado, não demore a reconhecer seu erro e busque maneiras de repará-lo. As pessoas valorizam a ética e a transparência nos relacionamentos.
2. Incentive a colaboração
Promover um ambiente sadio e de colaboração é um ótimo passo para a promoção de uma cultura da excelência entre os membros da sua equipe. Cada pessoa tem características e habilidades diferentes, que podem ser utilizadas de forma complementar, na execução de uma atividade. Seu papel enquanto líder é conhecer bem as características e habilidades do seu time e dar, a cada um, o desafio compatível com o que podem realizar melhor, apontando, claro, as ações que devem ser executadas em colaboração com outros. Dessa forma, alcançar os objetivos se torna mais fácil.
3. Mantenha comunicação aberta
Esteja sempre pronto a ouvir. E ouvir aqui não é apenas um mero escutar para cumprir tabela, mas a tão importante escuta ativa. Preste atenção ao que seu colaborador está dizendo, pois daí podem surgir insights importantes. Além disso, uma comunicação aberta é primordial para:
- engajar a equipe nos propósitos da empresa;
- conquistar a confiança da sua equipe;
- dar clareza sobre o que deve ser realizado e sobre o papel de cada um para alcançar os objetivos;
- permitir um clima sadio de colaboração.
4. Valorize a inovação
Num mercado cada vez mais competitivo e veloz nas mudanças, quem inova sai na frente. Por isso, cabe ao líder que deseja caminhar na estrada da excelência não só incentivar a inovação, mas valorizar as iniciativas inovadoras de cada membro do time. Promova um ambiente criativo, dando liberdade para desconstruir ideias, ousar, pensar e propor soluções novas. Muito mais do que inventar algo novo, inovação significa ser capaz de encontrar novas maneiras de utilizar algo que já existe, apoiando-se em tecnologia e nas necessidades dos usuários.
5. Estimule a melhoria contínua e preze pela execução
Como dito no início, excelência não é um destino, mas uma estrada. Muito mais do que um objetivo é uma cultura, um modo de enxergar a rotina, o trabalho, as tarefas. Chegam mais longe aqueles que nunca estão satisfeitos e que sabem que podem caminhar mais um pouco. No seu dia a dia, uma das maneiras de estimular a melhoria contínua é promovendo um ambiente de aprendizagem permanente, no qual um aprende com os outros. Incentive seus liderados a desenvolver novas habilidades profissionais e pessoais e estimule-os a colocar os novos conhecimentos em prática.
A excelência está diretamente relacionada à execução das atividades e, por isso, aprender, conhecer, dominar o que precisa ser realizado é tão importante.
E falando em Excelência, nossos cursos podem ajudá-lo nesse caminho: o curso “Excelência no Atendimento ao Cliente”, tem como objetivo transformar a maneira como a sua equipe entende o cliente e, consequentemente, atua para alavancar os seus resultados; o curso Princípios de Liderança, prepara os líderes para uma liderança com foco na excelência e o curso Excelência em vendas, prepara sua equipe para uma execução perfeita dos principais passos da venda. Para mais informações, basta falar com a gente.
Será que existe ciência por trás da gamificação?
Métodos interativos de treinamento têm provado, muitas vezes, ser ferramentas poderosas de treinamento corporativo. Focadas na interatividade, as ferramentas de gamificação podem ajudar a impulsionar o engajamento e auxiliar no desenvolvimento das habilidades dos colaboradores.
Cientistas do mundo todo concordam: treinamentos interativos são o futuro da educação. Mas será que existe base científica para isso? Neste post, vamos trocar ideias sobre esse assunto e discutir a ciência por trás da “gamificação”!
Combinando aprendizagem conceitual com a gamificação
Existem dois modelos de aprendizagem primários usados no e-learning, e ambos têm o seu lugar. É bem provável que você esteja mais acostumado com o modelo de aprendizado conceitual.
Nesse modelo, os colaboradores recebem conteúdos educacionais teóricos em sala de aula ou num ambiente on-line e, em seguida, precisam realizar algum tipo de “tarefa” ou exercício que os ajudará a internalizar essas informações.
Um exemplo disso seria um curso de e-learning que detalha as políticas da empresa sobre assédio sexual e conduta imprópria de funcionários e, em seguida, oferece-se a um funcionário um cenário real, em que ele deve marcar as respostas adequadas num tipo de questionário virtual.
A aprendizagem conceitual é um método tradicional e poderoso de ensino, mas é ainda mais eficaz quando combinado com a gamificação.
A gamificação utiliza as características encontradas em jogos como pontos, tabelas de classificação e recompensas para ajudar os alunos a entender conceitos num treinamento. A metodologia foi projetada especificamente para trabalhar com os sistemas de recompensa de nosso cérebro. Quando concluímos uma tarefa e somos recompensados nos sentimos bem e isso nos torna mais propensos a nos envolver com o conteúdo proposto.
Para compreender como isso funciona na prática, considere um treinamento e-learning destinado a um novo colaborador, que inclui um “mini-game” para ajudá-lo a entender onde os produtos de varejo devem ser dispostos nas gôndolas da loja.
Em vez de simplesmente apresentar ao funcionário um diagrama seco e chato, o treinamento e-learning inclui um jogo interativo em que os participantes devem combinar corretamente os produtos específicos com a posição correta nas prateleiras.
Como o funcionário está ativamente envolvido com o material de origem e está aproveitando o processo de jogar um jogo, sua mente é mais estimulada, e é mais provável que ele se lembre do que aprendeu.
A maioria das pesquisas atuais indica que a interatividade pode ajudar a promover a aprendizagem de todos os tipos de pessoas em praticamente qualquer ambiente, de crianças em idade escolar a adultos colaboradores de uma empresa.
Na Miolo temos profissionais especialistas capazes de desenvolver treinamentos divertidos, envolventes e gamificados, que podem ser usados por empresas que desejem melhorar seus resultados.
Entre em pelo e-mail [email protected]! Gostaríamos de continuar esta discussão e falar sobre como nossos cursos exclusivos e personalizados podem ajudar sua empresa a melhorar o engajamento nos treinamentos.
Extra Natal: renda extra ou oportunidade de trabalho?
por Gustavo Malavota*
Apesar de vivermos um período econômico conturbado, a economia se recupera, aos poucos. Junto a isso, o número de vagas temporárias para o fim de ano também cresceu. Segundo um levantamento feito pela Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de RH, Trabalho Temporário e terceirizado (Fenaserhtt) e também pelo Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem), estima-se 27 mil vagas à espera de quem está procurando um emprego temporário. O cenário é de esperança para quem quer começar o ano com o pé direito.
Datas comemorativas sempre são mais propícias para abertura de vagas. O Natal deste ano estima aumento nas vendas, logo, haverá um avanço de 10% na abertura de novas vagas, comparado a 2016. A Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) estima que das chances previstas para o fim do ano, 20% deverão ser para primeiro emprego de jovens e 5% podem se tornar vagas efetivas. Com esse quadro positivo, é preciso estar preparado para agarrar as oportunidades que vão surgir, pois, os benefícios de conseguir uma vaga temporária podem ir muito além do que o dinheiro extra na conta. Veja só:
Você se mantém no mercado de trabalho
É claro que o salário é um fator muito importante, pois além de motivar e ser um alívio para as contas de quem está desempregado, também pode ser a brecha perfeita para os empregados de primeira viagem começarem a gerenciar suas finanças pela primeira vez. O trabalho temporário pode ser uma grande porta de entrada para diversas possibilidades que podem transformar sua carreira e sua vida. Mesmo sendo em um período curto de tempo, você acaba evitando estar afastado do mercado e se abre para vivenciar, explorar e conhecer novos ambientes de trabalho que podem enriquecer sua bagagem profissional.
Você ganha experiências que podem servir para a construção da sua carreira no futuro.
Muito mais do que uma experiência para preencher seu currículo, as oportunidades de fim de ano dão a chance de um aprendizado prático que pode ser aplicado em diferentes áreas profissionais. Trabalhando como um Extra Natal você aprende a se relacionar com pessoas que vão trabalhar com você e com clientes com personalidades diferentes. Além disso, aprende a se comunicar melhor e a desenvolver sua proatividade, entre outras habilidades de negócio que podem ser úteis na sua futura carreira. Todas as experiências que você viverá poderão te dar mais clareza sobre seus pontos fortes e fracos e sobre os seus objetivos profissionais.
Você tem a chance de ser efetivado
De acordo com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a estimativa de efetivação dos trabalhadores contratados temporariamente é de 30%, após o período de festas. Você é responsável por todas as oportunidades que pode criar. Conforme o seu desempenho e capacidade de gerar bons resultados para a empresa, suas chances podem ser maiores. Atuar como Extra Natal é uma excelente chance para mostrar o seu potencial, se dedicar, se destacar e garantir sua entrada ou retomada no mercado de trabalho. Mesmo que a efetivação não preencha seus requisitos como rumo para a carreira que você quer construir ou retomar, lembre-se que a efetivação não é obrigatória, agradeça a oportunidade e não hesite em recusar a proposta caso não seja o que você quer. De qualquer forma, dando o seu melhor você só tem a ganhar.
Você tem oportunidades de networking
Se não houver chances de efetivação, não se preocupe. Isso não é motivo para desanimar. Se você der o seu melhor, você só atrairá saldos positivos para si mesmo. Durante o período que estiver trabalhando, você estará em contato com diversas pessoas que podem ser uma porta de entrada para novas oportunidades. Pode ser que algum gerente te considere em vagas futuras, te indique para um lugar melhor ou te apresente a outras pessoas que te abram portas. Ou ainda, que algum cliente bem atendido, lembre de você e te convide para alguma vaga. É muito importante se relacionar da melhor forma, manter a mente aberta e valorizar qualquer contato conquistado durante esse período de Extra Natal.
Para ser bem-sucedido na área de vendas, lembre-se sempre de:
- atender bem a todos os clientes;
- ouvir com atenção todas as dicas e sugestões do seu líder;
- fazer colegas de trabalho;
- deixar sua marca registrada!
Novas vagas podem surgir durante o ano todo
Durante o ano ocorrem datas sazonais como dia das mães, dia dos namorados, black Friday, Natal e etc que demandam contratações temporárias. Sendo assim, você pode ser chamado para as próximas ocasiões e garantir aquela renda extra e mais oportunidades. É importante estar ligado(a) no calendário comercial. Qualquer experiência que você puder adquirir é válida para o seu crescimento profissional.
Algumas oportunidades estão disfarçadas, outras são bem claras, mas agarrá-las só depende de você e, para tudo isso acontecer, é preciso dar o primeiro passo. Existem algumas ações que, se utilizadas de maneira correta, podem garantir a sua contratação.
1. Procure uma vaga que tenha a ver com seu perfil.
Normalmente as vagas de trabalho temporário necessitam de perfis profissionais com afinidades. Por exemplo: imagine uma pessoa com um perfil mais introvertido e organizado atendendo mais de três clientes ao mesmo tempo em uma loja de calçados ou um perfil extrovertido e comunicativo trabalhando o dia todo com planilhas dentro de um escritório. É preciso levar esses aspectos em consideração e mapear seus pontos fortes e fracos antes de se candidatar a uma vaga, evitando assim frustrações tanto da sua parte quanto da parte da empresa.
2. Procure empresas com alto índice de contratação
O histórico de contratação da empresa é muito importante. Procure conversar com os funcionários que estão atualmente na empresa que está oferecendo a vaga. Qual o plano de carreira dessa empresa? Quantos funcionários já foram efetivados após o extra natal? Qual o clima de trabalho da organização? Assim você evitará surpresas caso seja efetivado para a vaga.
3. Garanta a fidelidade dos clientes da empresa e torne-os SEUS clientes
Clientes são as fontes de receita de uma empresa. Se você fizer um bom trabalho, eles vão te acompanhar pela vida inteira. Um punhado de clientes fiéis faz muito bem para a prosperidade no mercado de trabalho.
4. Mantenha-se preparado
Uma boa capacitação em vendas além de prepará-lo para a entrada ou retomada no mercado de trabalho, pode garantir a sua permanência e seu crescimento. Busque sempre se atualizar e não esqueça de que informação e prática devem andar sempre juntas.
Boas Vendas!
*Gustavo Malavota é fundador do Instituto Vendas, parceiro e colaborador do Blog da Miolo Birô.
Gestão da Qualidade e dos Processos Operacionais orientada para Resultados Financeiros
Por Mauro Lúcio Condé*
Esse texto poderia ser escrito de muitas formas, mas preferi contar uma história, fictícia, mas baseada em fatos reais, para mostrar os caminhos necessários para que as ações de qualidade, excelência e gestão e em processos, sejam efetivas.
Essa é a história de Celso
Segunda-feira, 9 horas da manhã.
Celso entra pelo auditório aplaudido por um grupo seleto de pessoas. Entre elas, os donos da empresa, alguns dos maiores acionistas, vários importantes executivos das empresas clientes e fornecedoras, todos os colaboradores, além de alguns repórteres da imprensa especializada em negócios.
Ele sobe ao palco para fazer seu primeiro pronunciamento como novo Presidente Executivo da companhia. Ele começa agradecendo a presença de todos, a confiança e a oportunidade de presidir a empresa.
Logo em seguida, ele aborda, de forma resumida, os principais pontos da estratégia que vai implantar durante sua gestão e seu período de Liderança na empresa. Ele diz que, como CEO, será o guardião do Caixa da empresa e principal responsável pela geração de lucro da companhia.
Diz que o sucesso do seu trabalho será medido pelo percentual de retorno que a empresa gerará para seus donos e acionistas, prometendo se esforçar para que este retorno pelo investimento na empresa supere todo e qualquer retorno se o mesmo dinheiro fosse aplicado em alguma alternativa de investimento do mercado financeiro.
Ele promete ser o maior defensor dos clientes e dos colaboradores e que não medirá esforços para que a empresa atue de forma ética, transparente e sustentável, voltada para a proteção do meio ambiente e cuidado e carinho para com toda a comunidade onde a empresa está instalada.
Entre suas maiores metas ele disse que perseguirá incansavelmente:
- gerar crescimento;
- gerar retorno para os donos e acionistas;
- melhorar o caixa (perseguindo um fluxo de caixa sempre positivo);
- melhorar o giro dos indicadores mais críticos para o sucesso da empresa (giro dos recebíveis, dos pagáveis, dos estoques e dos processos);
- aumentar a margem focando ao mesmo tempo no aumento das receitas e redução das despesas de forma permanente e criativa.
Conclusão do discurso
Ele conclui dizendo que seu sucesso será baseado numa amarração inteligente da estratégia a todos os recursos utilizados pela empresa (tempo, gente e dinheiro), e que todos eles serão direcionados para o atingimento das prioridades definidas.
Diz que a empresa buscará a geração de resultados financeiros e operacionais consistentes, trabalhando de forma orientada de maneira obsessiva para a superação das expectativas dos clientes.
Diz que para atingir a superação das expectativas dos clientes, fará com que a empresa trabalhe para superar as expectativas dos colaboradores, pois, em última instância, serão os colaboradores satisfeitos que garantirão a satisfação dos clientes.
E fecha sua apresentação mostrando o que, para ele, será a ação fundamental para garantir que a empresa atinja todas as metas acima descritas: ele transformará a gestão da empresa numa gestão de nível classe mundial, cuidando do aspecto mais importante para a garantia dos resultados prometidos: a qualidade.
Ele pessoalmente comandará a Gestão da Qualidade e dos Processos Operacionais, pois descobriu, através de anos de prática empresarial, que os processos operacionais ineficazes, ineficientes e sem qualidade são os maiores causadores das insatisfações e frustrações dos clientes e que, por tabela, geram as insatisfações e frustrações dos colaboradores, fazendo a empresa perder clientes e colaboradores importantes e destruindo valor através da obtenção de resultados bem abaixo das expectativas.
Celso disse que focar na excelência da gestão cuidar da qualidade dos processos operacionais significa gerar resultados financeiros e operacionais superiores para superar as expectativas dos clientes e dos colaboradores e que, para isso, utilizará as ferramentas mais modernas e inteligentes para solução de problemas, combinando-as com a exploração de oportunidades de novos negócios, com foco na inovação e na transformação digital da empresa.
A missão de Celso
Esta é a minha grande missão como novo Presidente da empresa, concluiu Celso, aplaudido de pé pela plateia.
A missão de Celso pode parecer difícil para alguns, impossível para outros, mas Celso, assim como muitos outros gestores, sabe que a qualidade e a excelência em gestão e em processos operacionais por si só não representam nada se não tiverem como objetivo final orientação para a obtenção dos resultados financeiros que importam para a companhia.
Para que as ações de Excelência em Gestão e em Processos e de Qualidade Operacional não sejam apenas aplicações técnicas e burocrática que consome recursos (tempo, dinheiro e pessoas), é preciso:
- implementar ferramentas modernas e inteligentes de Qualidade, Excelência em Gestão e Melhoria de Processos;
- estruturar instrumentos inteligentes para aumentar os principais resultados da empresa;
- reduzir perdas e riscos;
- aumentar o crescimento, o caixa, o giro, a margem, as vendas e, consequentemente, o lucro.
Quer saber como? Entre em contato com a gente e conheça nosso portfólio de ações com foco na excelência em gestão e em processos de qualidade. Ou clique aqui para falar diretamente com as nossas diretoras.
*Mauro Lúcio Condé é Master Black Belt Lean Six Sigma, consultor Endeavor, colunista de jornais e revistas sobre carreira e gestão, fundador do Blog do MaLuCo e parceiro de negócios da Miolo Birô.
Uma pergunta que não quer calar: por que as empresas quebram?
Por Lorena Godoy*
É possível listar inúmeras razões e vou concordar com todas elas. Muitos negócios não vão adiante por falta de experiência na gestão, por apostas arriscadas que não consideraram uma retaguarda caso algo desse errado, por falta de competitividade, porque o produto não era adequado e mais porquês e porquês que nem caberiam nesta página.
Empreender não é algo banal, tampouco para amadores. Preparar-se tecnicamente é fundamental e relativamente fácil. Há cursos, treinamentos e especializações que asseguram conhecimentos específicos sobre a estruturação e a gestão da empresa. Há entidades eficientíssimas que prestam suporte para quem se interessar em criar um negócio.
Mas é certo que a maior parte dos erros é atribuída à gestão. E aqui começa o ponto onde quero chegar. Por trás dos empreendimentos estão os seres humanos e um número cada vez maior deles se sente seduzido pela convidativa “aventura” de viver para sempre sem ter patrão. No Brasil são mais de 5 milhões de empresas de pequeno e médio porte, comumente comandadas pelo próprio fundador. Só de microempreendedores individuais, já se contabiliza mais de 7 milhões, de acordo com pesquisa recente do Sebrae Nacional.
Prestando atenção ao indivíduo empreendedor
Poucos se dão conta de que, além da gestão e do foco, é preciso estar atento ao indivíduo empreendedor que, não raras vezes, comanda um negócio, limitado por suas crenças. Os modelos mentais e de realidade que moldaram a vida do indivíduo até aquele momento são muito importantes. Apesar desta verdade, este item fundamental não consta no plano de negócio. Até que a empresa quebra. E atire a primeira pedra quem nunca (ou quase) fracassou.
O que se acredita sobre o mundo e consequentemente os resultados que alcançamos, está intimamente conectado com as crenças de cada um. Isto é, como acreditamos que as coisas vão acontecer, o quão inteligentes, comprometidos e merecedores nós nos sentimos. E essas crenças serão verdade absoluta na condução da empresa. Antes de abrir as portas da loja, do escritório, da fábrica ou da franquia é preciso avaliar como seu modo de viver está relacionado ao seu modo de empreender e gerir: o que você come, a maneira como acorda de manhã, como se veste, como lida com seu trabalho e com o dinheiro que você ganha Entre outros fatores, tudo isso tem a ver, com a forma como lidera sua equipe e gerencia o seu trabalho.
Já me deparei com situações em que as crenças culturais, religiosas e aquelas passadas de geração em geração, ou seja, crenças limitantes ou potencializadoras, fizeram a diferença na vida de empreendedores. Muita “quebradeira” corporativa pode ter como origem questões primárias como essas, sem que as pessoas se deem conta.
Que tal refletir um pouco?
Um exercício para refletir: você tem questionado seus modelos mentais, suas crenças ou tem tocado a empresa apenas seguindo o que está ao seu redor? Está deixando tudo como está, em uma confortável apatia? Se a resposta for sim, é preciso saber que também nos negócios pode-se reprogramar as crenças e somente você pode permitir que isso aconteça. Há um sistema mais produtivo e otimizado para tudo, há sempre novas maneiras de se desenvolver habilidades.
Somos seres sistêmicos e, por isso, um simples movimento de melhora em um pilar de sua vida (pessoal, financeiro, amoroso, espiritual ou intelectual, por exemplo) pode afetar todos os demais aspectos, gerando poder pessoal para elevar seu potencial como empreendedor/gestor e, desta forma, gerar efeitos multiplicadores sem limites. Pense nisso.
Entre em contato com a gente para conhecer nosso portfólio de ações com foco em Liderança e Gestão, nosso endereço de e-mail é [email protected].
*Lorena Godoy é Master Coach Integral Sistêmico, sócia da Instituto SIM e parceira de negócios da Miolo Birô.
Nosso Oceano Azul: uma proposta de valor
Por Cris Brandão*
Quando li o livro “A estratégia do Oceano Azul”, de W. Chan Kim & Renee Mauborgne, pela primeira vez, não consegui colocar nada em prática, de imediato. Foi preciso vivenciar muitas situações boas e más, como empresária, para conseguir entender como nos diferenciar.
Deixar de nadar com tubarões não é nada fácil! Durante os últimos anos na minha antiga sociedade percebi claramente que o quê nos diferenciava já não era mais “um diferencial competitivo sustentável”, e que muitas empresas já faziam o mesmo que a gente. A nossa proposta de valor não era inovadora e os preços praticados não possibilitavam margens atrativas; diante de tal quadro, era preciso se reinventar.
Quando fundamos a Miolo, pensamos com muito cuidado em como seria o nosso posicionamento. Não queríamos ser mais uma, mas, fazer a diferença nos resultados e metas operacionais das empresas – de forma prática, ágil e acessível.
Definindo um propósito
Partimos então para a definição do propósito de uma empresa de educação corporativa. Fomos a fundo no entendimento do mercado no qual estávamos inseridos, e em como a nossa concorrência atuava. Percebemos que já não bastava usar tecnologia de ponta (algo facilmente copiável, além de perecível) e que preço não é e nunca será um diferencial competitivo; todavia, a qualidade da entrega e sua efetividade para atendimento dos reais cenários de necessidade imediatas e futuras dos nossos clientes, sim.
Mas, isso não bastava. Precisávamos descobrir também o nosso propósito como empresárias. Como, então, oferecer algo que possibilitasse uma efetiva economia, resultados consistentes e um real benefício para as equipes?
E assim chegamos ao que definimos como cadeia de valor para os nossos clientes: áreas e grupos de ações que constantemente precisam ser reestruturadas, revisitadas, capacitadas – de modo a que o negócio se mantenha financeira, ética e ambientalmente sustentável.
Quais são as reais necessidades dos clientes?
Delineamos um mapa com todas as necessidades comuns aos nossos clientes e, de acordo com a escuta apurada para o desenho e solução de cada projeto, chegamos ao cenário central de todos eles: a necessidade constante de ações relacionadas a Liderança e Gestão; Marketing e Vendas; Qualidade e Processos e Inovação.
Percebemos, então, que seria impossível entregar, de fato, um trabalho de valor, caso seguíssemos sozinhas. Entendemos nossa rede de relacionamento no mercado de educação, e identificamos parceiros de tecnologia e conteúdo, além de fornecedores de aplicativos e plataformas modernas e interessantes de Learning Management System (LMS) os quais pudessem complementar nossas soluções e agregar valor real e tangível à cadeia de valor das empresas.
Colaboração é a melhor saída
A partir deste formato colaborativo, ampliamos nosso portfólio de ações sob medida, e abrimos um outro, um novo, abrangendo soluções de pronta entrega, para aqueles que buscam algo acabado, mas com conteúdo diferenciado, inovador e acessível.
E foi assim que chegamos ao nosso novo posicionamento: Ser uma empresa que acredita no poder da educação para desenvolver competências, alinhar comportamentos e mudar atitudes, auxiliando pessoas e empresas a atingirem seus resultados de forma ética, sustentável e colaborativa, em parceria com profissionais altamente qualificados, aproveitando o melhor de cada um, a fim de que nossas expertises contribuam para o aprimoramento da cadeia de valor das empresas que atendemos.
Desde julho desse ano, já somamos ações com novos e antigos clientes, e em parceria com vários profissionais, fato que nos vem enchendo de orgulho e vontade de seguir em frente!
Para conhecer melhor a nossa proposta de valor, acesse www.miolobiro.com.br e fale com a gente. Será um prazer atendê-los!
*Cris Brandão é sócia da Miolo Birô, graduada em administração pela PUC – Minas, tem especialização em Gestão de Marketing, pela Fundação Dom Cabral e Gestão de Telecomunicações, pelo IBMEC.